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O QUE O MEC DIZ SOBRE O ENSINO A DISTÂNCIA (EAD)?

Primeiramente, entenda que o EAD (ensino à distância) é um modelo educacional onde alunos e professores de uma instituição de ensino realizam o processo de aprendizado através de ferramentas tecnológicas que permitem que a aula seja realizada em forma de vídeo ao vivo ou gravado, sem a necessidade da presença física de ambos no mesmo espaço, podendo ser um curso semipresencial ou a distância.Essa forma de ensino tem crescimento cada dia mais em todo o mundo. Com as novas tecnologias, surgiu a possibilidade de realizar cursos profissionalizantes, técnicos, graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, entre outros tipos, de forma remota.Essa modalidade é considerada válida pelo MEC, porém deve seguir certos critérios para que o curso e o diploma sejam realmente válidos e aceitos no mercado.Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o EAD foi regularizado pelo órgão lá em 1996, mas em 2005 o decreto 5.622 atualizou o assunto, exigindo políticas que garantam a qualidade nos cursos providos nesse modelo para serem aceitos.Assim sendo, conforme o artigo 80 da lei 9.394/96 (LDB), as instituições que desejam oferecer cursos no modelo de ensino à distância devem solicitar uma análise da instituição, de seus recursos e de grade de disciplinas para ser credenciado junto à União e aceito como um curso válido.Benefícios do EAD.Essa modalidade facilita muito a vida de quem trabalha e possui outras obrigações em seu cotidiano. Por poder ser realizado de qualquer lugar com acesso à internet, o EAD funciona como uma solução para grande parte da população brasileira que deseja se atualizar no mercado de trabalho.O EAD permite mais flexibilidade para alunos que desejam se profissionalizar, além de oferecer outros benefícios como um custo inferior do que no modelo presencial, além da economia de dinheiro e tempo na locomoção até uma instituição física de ensino.Ao escolher uma instituição de ensino de qualidade, o curso se torna uma ótima saída para que as pessoas de dediquem ao aperfeiçoamento profissional de uma forma muito mais acessível e prática.As instituições devem oferecer um ambiente virtual (Ambiente Virtual de Aprendizagem, plataforma educacional) que colabore com os estudos e forneça as ferramentas ideais para que os alunos aprendam tudo sobre os conteúdos propostos.Outro benefício importante que devemos destacar é que o diploma de cursos realizados através do modelo EAD possuem o mesmo valor que os diplomas de cursos realizados em instituições tradicionais, o que permite competitividade no mercado e a possibilidade de prestar concursos públicos que exigem diploma de nível superior.A importância de cursos EAD reconhecidos pelo MEC.Como explicado acima, o diploma de cursos EAD são aceitos no mercado de trabalho, mas para isso, é importante saber se a instituição escolhida realmente está operando com a autorização do ensino à distância, já que esse detalhe faz toda a diferença.Inclusive os Cursos a distância tem as melhores notas de avaliação de Alunos no ENAD, portanto, aqueles que realmente querem aprender e fazer a diferença na vida profissional e pessoal pode buscar cursos EAD que tem o mesmo valor que cursos presenciais, com um diferencial mais favorável ao EAD que é a avaliação muito maior de cursos EAD que presenciais.Melimar Marquesi para o "VAMOS FALAR SOBRE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL?"

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O PERIGO DAS TELAS

O Perigo das Telas: Como Proteger Crianças, Jovens e Adultos Vivemos em uma era digital em que as telas se tornaram parte inseparável da vida. Celulares, computadores, tablets e televisões estão presentes no trabalho, na escola, no lazer e até nas relações pessoais. Mas, junto com os benefícios, surge uma preocupação cada vez maior: o uso excessivo de telas e seus riscos para a saúde física, mental e social. Neste artigo, vamos entender os perigos do tempo excessivo diante das telas, seus impactos em diferentes áreas da vida, e — mais importante — como estabelecer um equilíbrio saudável.   1. O Fascínio e a Armadilha das Telas As telas foram projetadas para prender a atenção. Aplicativos, redes sociais e jogos usam cores, sons e recompensas rápidas que estimulam o cérebro, criando um ciclo de busca por mais estímulos.O problema não está apenas no tempo gasto, mas na qualidade do uso. Uma hora estudando em frente ao computador não é igual a uma hora rolando redes sociais. O perigo surge quando o consumo se torna automático e sem controle, roubando tempo de sono, estudo, trabalho, convivência e até saúde.   2. Impactos Cognitivos: Atenção e Memória O excesso de telas afeta a forma como pensamos e aprendemos. Perda de foco: pular entre notificações e aplicativos reduz a capacidade de concentração. Memória prejudicada: o cérebro não consegue armazenar bem as informações com tantas interrupções. Leitura superficial: conteúdos longos lidos em telas são absorvidos de forma mais rasa do que em papel. Solução: praticar foco intencional (estudar em tela cheia, sem distrações) e usar métodos como a técnica Pomodoro (25 minutos de foco, 5 de descanso).     3. Saúde Mental: Ansiedade e Autoestima Estudos mostram que jovens que passam mais tempo em redes sociais estão mais expostos à ansiedade, depressão e baixa autoestima. A comparação constante com vidas “perfeitas” online distorce a percepção da própria realidade. O vício em curtidas, comentários e notificações pode se tornar uma fonte de dependência emocional. Cyberbullying e conteúdos nocivos intensificam o problema. Solução: definir limites diários de uso, silenciar notificações desnecessárias e incentivar conversas abertas sobre o que é consumido, não apenas “quanto tempo”.     4. Sono: O Inimigo Invisível A tela à noite é um dos maiores vilões da saúde. A luz azul dos aparelhos reduz a produção de melatonina, hormônio do sono. O cérebro se mantém em estado de alerta, dificultando o relaxamento. Resultado: insônia, cansaço diurno, queda no desempenho escolar e profissional. Regras de ouro: Evite telas 1–2 horas antes de dormir. Nada de aparelhos no quarto, especialmente para crianças e adolescentes. Use despertador tradicional e deixe o celular fora do alcance da cama.     5. Saúde Física: Corpo que Sente O tempo em frente às telas também deixa marcas no corpo: Síndrome da visão digital: olhos secos, ardência e visão turva. Problemas posturais: dor no pescoço, ombros e coluna. Sedentarismo: risco de obesidade, diabetes e doenças cardíacas. Cuidados essenciais: Regra dos 20-20-20: a cada 20 minutos, olhar por 20 segundos para algo a 6 metros de distância. Ajustar a tela à altura dos olhos. Levantar-se e se movimentar a cada 45–60 minutos.     6. Riscos Online: Conteúdo e Segurança As telas também expõem crianças e jovens a riscos invisíveis: Conteúdo inapropriado. Golpes digitais e fraudes financeiras. Exposição de dados pessoais. Microtransações em jogos e apostas disfarçadas. O que fazer: Ativar controles parentais. Deixar perfis em modo privado. Conversar sobre segurança digital e golpes comuns. Estabelecer regras claras de quais aplicativos e sites podem ser acessados.     7. Efeitos na Escola e no Trabalho Mais tempo em telas recreativas está diretamente ligado a pior desempenho escolar. Mas o uso consciente da tecnologia pode ser aliado da aprendizagem. Com foco, a tela é excelente para estudar, pesquisar e interagir. Sem controle, prejudica concentração, sono e rendimento. O segredo é guiar o uso: permitir tecnologia como ferramenta de estudo, mas limitar como passatempo sem propósito.     8. Quanto Tempo é Demais? Não existe número mágico, mas há recomendações globais: Até 2 anos: evitar (exceto videochamadas). 3 a 5 anos: até 1h/dia, supervisionado. 6 a 12 anos: 1–2h recreativas, além de estudo. Adolescentes: limites combinados, com foco em equilíbrio. Adultos: monitorar o tempo, priorizar sono e pausas.     9. Quando o Uso é Preocupante? Sinais de alerta de uso problemático: Irritabilidade sem acesso. Prejuízos claros (notas, sono, trabalho, relações). Mentir sobre tempo de uso. Usar telas para fugir de emoções e problemas. Nestes casos, pode ser necessário apoio profissional.   10. Como Equilibrar: 4 Regras Simples Lugar: sem telas em quartos e refeições. Luz: nada 1–2 horas antes de dormir. Limite: blocos de tempo (ex.: 40–60 min). Linguagem: conversar sobre conteúdos acessados.     11. Substituições Saudáveis O segredo não é só “tirar a tela”, mas trocar por algo melhor: Crianças: brincadeiras ativas, jogos de tabuleiro, leitura. Adolescentes: esportes, música, hobbies criativos. Adultos: atividades físicas, leitura, encontros presenciais.     Conclusão As telas vieram para ficar. O grande desafio não é eliminá-las, mas usá-las de forma equilibrada e consciente.Com pequenas mudanças no dia a dia — como limitar horários, escolher conteúdos, criar ambientes sem telas e incentivar atividades fora do digital — é possível aproveitar o melhor da tecnologia sem comprometer a saúde, o sono, a mente e o futuro. Lembre-se: quem controla a tela é você!

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